Blog

08/04/19

9 dicas de sobrevivência para quem vai fazer uma viagem longa de ônibus

Fazer uma viagem de ônibus nem sempre é agradável, principalmente se o percurso é longo. Mas com as dicas abaixo, fica fácil transformar o possível trajeto cansativo em um momento de descontração ou de relaxamento:

 

1. Leve alguns entretenimentos 

Livro, smartphone, iPod entre outras distrações de seu gosto são super bem-vindos para ajudar a passar o longo tempo. Se for ouvir música, não esqueça do fone de ouvido, ok? 

 

2. E também uns petisquinhos

É sempre bom não contar com as paradas para se alimentar, porque nunca se sabe se sua fome chegará antes. Leve uns biscoitinhos, frutas, sanduíches leves e água para beliscar e se hidratar durante a viagem.

 

3. Reserve um kit SOS de higiene e saúde

 Com papel higiênico, lenços, analgésicos e remédio para enjoo. É melhor prevenir do que remediar.

 

4. Providencie um travesseiro de viagem

O travesseiro é uma peça fundamental para relaxar em uma viagem longa, evitando possíveis dores de cabeça e pescoço. E caso a temperatura for baixa, leve uma mantinha ou um agasalho extra.

 

5. Faça uma bagagem de mão além da mala principal

Inclua todos os itens citados acima. Assim tudo ficará à mão para você. E quanto a bagagem principal, se atente em montar uma única mala que caiba tudo e não atrapalhe o seu deslocamento ao embarcar e desembarcar do ônibus. Dê preferência para um modelo com rodinhas.

 

6. Se possível, escolha assentos longe dos eixos dos pneus

Lugares acima dos pneus costumam chacoalhar mais com buracos, lombadas e deformidades da estrada. Assim o seu sono e descanso não será prejudicado por sacolejos desagradáveis.

 

7. Aproveite as paradas para esticar as pernas

Ficar sentado em uma mesma posição por muito tempo além de incômodo pode causar dores nas costas e nas pernas. Aproveite as paradas de seu ônibus para dar uma voltinha rápida, se esticar, ajeitar a coluna e tomar um arzinho.

 

8. Tente viajar cansado

Se você tem dificuldade para dormir sentado, talvez a saída seja dormir pouco na noite que antecede a sua viagem. Assim o sono será muito maior que o incômodo. Outra saída é tomar um anti-gripal sem contra-indicações, pois este tipo de medicamento costuma dar sonolência.

 

9. Use roupas confortáveis

Evite roupas muito justas, salto alto, calçados apertados ou tecidos que incomodam. Quanto mais confortável estiver, mais relaxante será a sua viagem.

 

Fonte: Viajali

continuar lendo

08/03/19

Classe executiva, primeira classe e econômica: qual a diferença?

É natural a conclusão de que existe diferença entre classe executiva, primeira classe e econômica. No entanto, o que muda de uma para outra? E por que elas surgiram, em vez de os aviões manterem um só tipo de serviço? Vamos viajar um pouco pela história da aviação e analisar as características de cada classe. Assim, você terá a base para avaliar qual vale a pena escolher na sua viagem.

 

Qual a diferença entre primeira classe, classe executiva, econômica e econômica premium?

 

Classe econômica

Esta é a opção mais simples para quem quer viajar de avião. Os serviços prestados são o básico para passar a viagem e variam de acordo com o trecho e cia. aérea. Por exemplo, alguns aviões têm sistema de entretenimento na classe econômica, outros, não. O mesmo vale para refeições, kit de amenidades, Wi-Fi, etc. As poltronas são justas, com distância variando entre 43 e 83 cm de distância. Sendo assim, dependendo do porte físico da pessoa, pode haver algum desconforto durante viagem, sobretudo em trechos longos. Por isso, se for exigente e tiver folga no orçamento, compare o preço com outras classes. Talvez valha a pena, ainda mais se encontrar alguma promoção de passagem aérea como as divulgadas pelo Passagens Imperdíveis. Não é raro compartilharmos passagens na classe executiva com preço de econômica!

 

Classe Econômica Premium

É intermediária entre as classes econômica e a executiva. Sendo assim, por um custo adicional, o passageiro da econômica premium tem certas vantagens em relação à comum. Incluem-se opções extras no cardápio, bagageiros maiores e poltronas com mais espaço para as pernas. Um ponto de atenção quanto à classe econômica premium é a variedade de nomes que recebe. Por exemplo, na British Airways leva o título de “World Traveller Plus”, enquanto na Delta é “Comfort+”, e assim segue. Todavia, no final é a mesma coisa: uma classe econômica com benefícios extras (e um pouco mais cara). Vale a pena pagar a mais por esses benefícios? Depende do trecho, da companhia aérea e, claro, do preço. Considere essa opção em voos de longa distância se os confortos extras da classe econômica premium fizerem diferença para você.

 

Classe executiva

O passageiro da classe executiva tem tratamento diferenciado, a começar pela poltrona, que, além de mais macia, é mais espaçosa. Na maioria das companhias aéreas, as poltronas da classe executiva oferecem uma inclinação que praticamente as transformam em uma cama. Assim, aumentam o conforto durante a viagem. Na classe executiva, a cia. aérea serve refeições especiais e oferece mais opções de bebidas e entretenimento, fora as amenidades. Além disso, há os serviços exclusivos no aeroporto, como prioridade de embarque e salas VIP, que têm comida e bebida à vontade. Mas como tudo tem um preço, naturalmente esse conforto possui um valor maior que as demais classes. Por isso, até escrevemos um post analisando se viajar na classe executiva vale a pena. Desse modo, você tem uma noção mais detalhada de o que esperar e, assim, consegue avaliar melhor os benefícios. 

 

Primeira Classe

Luxo, regalias e mimos de toda a tripulação. É o que receberá o passageiro que escolhe fazer parte desse seleto grupo. Viajar de primeira classe é para pessoas que realmente querem investir dinheiro em uma experiência luxuosa. Afinal, as passagens são bem mais caras que nas outras classes. Mas, por outro lado, os serviços são incomparáveis. Para se ter noção, em algumas aeronaves, em vez de assentos, os passageiros viajam em suítes individuais. Na primeira classe, o atendimento é de excelência, o serviço de bordo é especializado e o cardápio é elaborado por chefs renomados. 

 

Por que existe diferença entre as classes no avião?

 

Embora cause dúvidas até hoje, a diferença entre as classes no avião é coisa antiga. A ideia de primeira classe e classe econômica surgiu nos anos 1950. Naquela época, as companhias aéreas americanas criaram opções para passageiros viajarem pagando menos. Desse modo, as aeronaves ganharam assentos enfileirados, sem muito foco em conforto. Isso porque, naquele tempo, a primeira classe (única disponível até então) eram verdadeiros salões, com bares, sofás e camas. Juntamente com o conceito de classe econômica, surgiram os voos com conexão. Logo, quem quisesse passagens aéreas baratas para destinos distantes, além de viajar em assentos simples, teria de embarcar diversas vezes. Já os voos diretos contemplavam só a primeira classe. Entretanto, isso mudou com o tempo, e hoje existem voos diretos com classe econômica. Para preencher o “vácuo” entre essas duas classes, nos anos 1970, as companhias lançaram a classe executiva. A ideia era proporcionar mais conforto que a econômica, mas não tanto quanto a classe executiva. Por último, na década de 1990, veio a classe econômica premium, porque surgiu novamente a necessidade de uma classe intermediária. Mas, dessa vez, entre a econômica e a executiva. Naquela época, a primeira classe tinha se restringido a poucas cias. aéreas, enquanto a executiva se tornou a mais luxuosa nas demais.

 

 Fonte: Passagens Imperdíveis 

continuar lendo

08/02/19

8 dicas para escolher as melhores malas de viagem

Dicas para escolher malas de viagem

 

Existem diversos critérios a se levar em conta, ainda mais se forem malas de viagem para avião. Isso porque as regras de bagagem das companhias aéreas são mais restritas que as das viações de ônibus. Sendo assim, atente-se aos pontos listados abaixo e boas compras!


Escolha cores diferentes do usual


Por mais que você seja discreto, esse perfil não é indicado para a compra, sobretudo de malas de viagem para avião. Dê preferência àquelas de cores fortes, coloridas ou decoradas. Isso porque, na hora de retirar a bagagem na esteira, fica bem mais fácil identificar a sua. Assim, diminuem-se os riscos de confusão e troca acidental com outro passageiro.

Agora, se você não quer comprar malas de viagem chamativas, sem problemas, porque há alternativas para diferenciá-la na multidão. Uma delas é personalizá-las amarrando lenços coloridos, fitas, adesivos, etc. A ideia é colocar algo que torne a mala diferente e facilite a identificação.


Tenha de todos os tamanhos


As malas de viagem não podem ser nem grandes demais, nem pequenas demais. O ideal é chegar a um meio termo, de modo que consiga carregar tudo o que precisa, porém com máxima praticidade. Nesse sentido, a dica é optar por kit com uma grande, uma média e uma pequena. Assim, terá opções para cada tipo de viagem, das curtinhas às mais longas.

Por exemplo, quando for uma viagem curta, poderá levar somente bagagem de mão, já que terá uma mala pequena. Quando a permanência for maior, terá a mala grande à disposição. Em ambos os casos, a média sempre será uma boa alternativa, se conseguir acomodar tudo nela.

Agora, caso não queira investir em um kit completo, vá pelo caminho do meio: compre uma mala de tamanho médio. Além de ser mais fácil conduzi-la do que a grande, cabe em qualquer porta-malas de carro, por exemplo.

Normalmente, as malas são produzidas nos padrões aceitados para embarque. Mas é importante avaliar as exigências específicas das companhias aéreas quanto a peso e dimensões. Por exemplo, as regras de bagagem de mão definidas pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) preveem limite de 10 kg em qualquer voo, enquanto as dimensões variam conforme a cia. aérea.

Tão importante quanto escolher as malas de viagem para avião, é planejar adequadamente a bagagem. Desse modo, evita dimensões ou peso excedentes, o que pode levar ao pagamento de taxas extras com despacho.


Escolha o material de acordo com seu perfil


As malas rígidas, geralmente produzidas em policarbonato, propileno ou ABS, duram por anos e são impermeáveis, portanto podem pegar chuva. Contudo, são pouco maleáveis, o que dificulta colocar peças extras (caso tenha feito compras demais). Além disso, pesam mais que as de tecido, por isso exigem maior atenção quanto à franquia de peso das cias. aéreas. Por fim, estão propensas a quebrar se receberem pancadas fortes.


Já as de tecido, normalmente feitas em poliéster e nylon, resistem mais a impactos. Também se adaptam melhor a volumes extras (mas cuidado com o peso!) e aos bagageiros. Em relação às rígidas, costumam custar menos. Por outro lado, tendem a se desgastar mais rapidamente, ou seja, têm a vida útil menor. Outro ponto é que não são impermeáveis, logo, se pegar chuva, corre o risco de molhar os itens lá dentro.

Note que todos materiais têm vantagens e desvantagens. Sendo assim, resta colocar na balança e avaliar o que é prioridade para você. Por exemplo, se gosta de flexibilidade para imprevistos, melhor uma mala de tecido. No entanto, se prefere maior segurança para sua bagagem, as rígidas atendem.


Busque rodinhas convenientes

 

É possível encontrar malas de viagem com quatro rodas que giram em 360º. Assim, se reduz o esforço de carregar a bagagem e “manobrá-la” para mudar de direção. Você sequer terá de inclinar a mala!

O material das rodinhas também faz a diferença, porque alguns são mais resistentes que outros. É o caso do poliuretano, mais difícil de quebrar que o plástico e a borracha.


Atente-se às divisões e compartimentos internos


As malas de viagem normalmente têm os seguintes compartimentos: bolso com zíper na tampa; telas ou tecidos com elástico nas laterais, para comportar sapatos ou cosméticos; e cintos, para conter e organizar as peças.

Algumas mais sofisticadas contam com zíperes ou velcros no meio, podendo dividir as peças igualmente. São bons recursos para quem vai dividir a mala com outra pessoa ou para os que gostam de muita organização.

Com relação à parte interna da mala, não há tanta variedade assim. Mas vale observar se algum detalhe te chama a atenção, já pensando nos itens que vai levar para sua viagem.


Pense na segurança nas malas de viagem para avião

 

Quando se trata de bagagem, segurança nunca é demais. Por isso, vale a pena conferir se a mala já vem com cadeados embutidos. Na falta deles, é interessante colocar o acessório à parte e aumentar a proteção dos seus pertences.

Uma dica é procurar modelos de mala de viagem para avião com cadeado TSA embutido. Estes podem ser abertos com uma chave-mestra pela alfândega dos Estados Unidos, por exemplo. Assim, caso seja necessário averiguar a bagagem, os agentes não precisarão danificá-la.


Considere uma mala de viagem própria para vinhos


Trazer alimentos e bebidas do exterior para o Brasil é prática comum. Nesse contexto, por que não considerar uma mala de viagem própria para vinhos?

São malas projetadas especialmente para transportar as garrafas em viagens curtas e longas. As principais vantagens são a facilidade de acomodá-las e a proteção contra impactos, de modo que chegam intactas ao destino.


Opte por mochilas, conforme seu estilo

 

Para escolher a mochila de viagem ideal, primeiro considere o tamanho. Se o plano é acampar ou viajar no inverno, escolha uma maior, visto que levará barraca, sacos de dormir e roupas e acessórios de frio.

De modo geral, busque por mochilas com aberturas laterais ou inferiores, além da tradicional superior. Isso porque facilitam o acesso às peças guardadas no fundo. Pesquise, também, opções com zíperes à prova d’água, que te darão tranquilidade em caso de chuvas, por exemplo.

No que diz respeito ao conforto, mochilas com cintos que travam na cintura são mais fáceis de carregar. Mas não olhe só isso. Tente experimentar a mochila antes de comprá-la. Desse modo, terá suas impressões pessoais sobre o encaixe dela ao seu corpo.

 

Dica extra: preço das malas de viagem

 

Você encontrará tanto malas de viagem que ultrapassam R$ 1.000 quanto que não chegam a R$ 200. Tamanha variedade de preços pode causar confusão, pois os critérios vão desde a qualidade do material até a simples marca. Nesse caso, temos duas dicas preciosas.

A primeira orientação é desconfiar quando a oferta for muito grande. Sim, existem promoções imperdíveis (e disso entendemos bastante!). No entanto, uma coisa é promoção, outra, é preço baixo às custas da qualidade. Para evitar a armadilha do “barato que sai caro”, primeiro escolha as malas de viagem que deseja comprar seguindo nossas dicas. Então monitore o preço delas. Assim, terá noção do preço-base e conseguirá pagar menos por um produto que valha a pena.


Outra dica fundamental é não seguir a lógica de “se é caro, é bom”, porque nem sempre é a qualidade que definirá o preço. Talvez o simples fato de ter uma marca estampada joga nas alturas o valor das malas de viagem. É verdade que produtos mais caros tendem a ser superiores, contudo, vale analisar antes os materiais, comentários de quem já comprou, entre outros critérios.

Tendo explicado essas duas questões (preços baixos e altos), a conclusão é simples: avalie não só o preço, mas também a qualidade, para evitar armadilhas. Desse modo, encontrará as malas de viagem com a melhor relação entre custo e benefício dentro do seu orçamento!


Compra no exterior


Também faz parte comparar os valores e produtos disponíveis no Brasil com aqueles do exterior. Não raro, a compra em outro território se mostra vantajosa em relação ao nosso país, seja pelo preço menor, seja pelo modelo exclusivo. Portanto, pesquise lá fora, sobretudo na Europa e Estados Unidos. Só atenção à taxa de câmbio, para ter certeza de que vale a pena.

 

Fonte: Passagens Imperdíveis

continuar lendo

08/01/19

Extravio de bagagem: como evitar e o que fazer quando suas malas não chegam ao destino!

Extravio de Bagagem – Como evitar e o que fazer

 

Estar longe de casa e descobrir que a sua mala e seus pertences simplesmente se perderam pelo caminho ou foram violados é um dos pesadelos mais temidos de qualquer viajante. Saiba como evitar esse problema e o que fazer se isso acontecer com você.

 

Cinco causas mais frequentes do extravio de bagagem:

 

Conexões: numa troca de aeronaves você embarca no próximo voo e sua mala não – é disparada a ocorrência mais frequente. A chance aumenta se houver pouco tempo de conexão, pois as companhias aéreas fazem de tudo para não atrasar os voos, o que inclui deixar bagagens dos passageiros para trás, se preciso;


Falha: da empresa aérea ou da terceirizada responsável, em alguma fase entre o check-in e a colocação da bagagem na esteira;


Perda: A etiqueta se desprende e sua mala fica perdida e sem identificação;


Furto: na área interna, externa ou na esteira do aeroporto;


Engano: A mala vai para a esteira e outro passageiro pega, achando que é a dele.


Como evitar esses problemas:

 

Evite fazer o check-in muito próximo ao horário do embarque – evite conexões com menos de uma hora (voos domésticos) e 2 horas e 30 minutos (voos internacionais). Também é bom evitar conexões entre diferentes companhias, especialmente aquelas que não fazem parte da mesma aliança ou que não possuem acordo de compartilhamento de voo;

Retire todas as etiquetas de voos antigos: confira a pesagem e a etiquetagem de sua bagagem, que deve indicar o seu destino final; pergunte quais os procedimentos que deve seguir para retirá-la (no caso de conexões domésticas nos Estados Unidos, por exemplo, você deve retirá-la na cidade onde fará a imigração para redespachá-la ao destino final);

Identifique sua mala: Coloque uma tag ou um cartão de visitas com nome, endereço, e-mail e telefone (acessível durante a viagem) legíveis do lado de fora e outro com as mesmas informações dentro da mala (caso a tag seja arrancada);

Utilize sempre cadeados (se for para os EUA, utilize modelo aprovado pelo TSA para evitar danos) e fique atento na hora da entrega na esteira; não descuide da mala nas áreas comuns do aeroporto, praça de alimentação ou banheiros;

Diferencie sua mala: coloque algum tipo de adesivo, tag, lenço ou identificador específico, para que você e os outros passageiros do voo tenham mais facilidade para identificá-la, especialmente se ela for preta ou muito comum.


Outras dicas importantes:


Leve sempre uma muda de roupas limpas e itens de primeira necessidade (remédios, pasta de dente, agasalho etc.) na sua mala de mão;

Nunca, sob qualquer hipótese, despache na mala celulares, eletrônicos portáteis, dinheiro e cartões de crédito, joias ou objetos de grande valor. A empresa aérea não se responsabiliza e você coloca seus objetos expostos a quadrilhas especializadas em furto de bagagens;

Faça uma inspeção após retirá-la na esteira; guarde com cuidado o comprovante de despacho da bagagem até ter certeza que está tudo certo; tire uma foto da sua mala antes de despachá-la (de dentro e de fora). Isso pode ser determinante na identificação ou servir como prova no caso do extravio.

Evite despachar malas muito caras de grifes sofisticadas. Além de chamar a atenção dos bandidos, a empresa área desconsidera o custo da mala numa eventual indenização;

Declare e faça seguro de itens valiosos, se for o caso, no momento do check-in (demora e é um serviço cobrado, mas trará total segurança).


O que fazer? Quais os meus direitos?


Por mais precaução e cuidado que você tenha, isso pode acontecer. Siga os passos indicados e conheça os seus direitos:

Qualquer problema terá que ser comunicado imediatamente e por escrito à companhia aérea, por meio do RIB – Relatório de Irregularidade de Bagagem, ainda no aeroporto. Após deixar o aeroporto há o limite de 7 dias após o desembarque, mas isso diminui as chances de conseguir uma indenização. Se não conseguir preencher o RIB, utilize o SAC via e-mail para documentar sua reclamação;

Caso a empresa não possa entregar sua bagagem de imediato, você deve exigir alguma compensação financeira para comprar itens de primeira necessidade (o valor varia de acordo com a rota e com a empresa, mas algo em torno de US$ 150 em voos para o exterior ou R$ 380 no Brasil). Os recibos serão exigidos; se não conseguir e tiver algum gasto, guarde os comprovantes;

Caso sua bagagem seja entregue com atraso superior a 72 horas de seu desembarque, você tem direito a uma compensação financeira maior. No entanto, as empresas têm 7 dias (voos domésticos) para dar uma posição, desde que as novas regras da Anac foram implantadas, o que torna o processo menos injusto para o passageiro.

Nos casos de extravio em voo com destino internacional, a companhia deverá reembolsar as despesas no limite de 1.131 DES (em torno de R$ 5.300), a ser pago em até 14 dias. Acima disso, o passageiro poderá contratar um seguro adicional.

Em caso de furto, além do RIB, faça um boletim de ocorrência na delegacia, mencionando a empresa área, o número do voo e todos os dados possível.

 

Fonte: Melhores Destinos

continuar lendo

07/12/18

Ranking: as 10 melhores praias do Brasil

De Fernando de Noronha a Ilhabela, de Boipeba a Florianópolis, da fascinante Praia do Espelho à atmosfera relaxante de Ilha Grande, nosso país está repleto de praias deslumbrantes para paquerar, curtir o sol e mar, surfar ou simplesmente relaxar.

 

É nesse espírito que selecionamos para você as dez melhores praias do Brasil. 

 

10º lugar: Bonete, Ilhabela (SP)

Uma vilinha de pescadores guarda este tesouro do litoral paulista, com mar azul e mata preservada.

 

9º lugar: Lagoinha do Leste, Florianópolis (SC)

A faixa de areia, fofa, branquinha e quase sempre sossegada, separa o mar de ondas fortes do riacho que forma uma lagoa boa para banho (daí o nome). No entorno há vegetação intocada.

 

8º lugar: Taipu de Fora, Maraú (BA)

Mar azul-claro, areia dourada e uma fileira de coqueiros a perder de vista. Para apreciar a paisagem da praia mais bonita da península basta sentar num dos bares espalhados pela orla. Mas para conhecer o que Taipu tem de melhor é preciso alugar um snorkel e nadar nas piscinas naturais na maré baixa.

 

7º lugar: Lopes Mendes, Ilha Grande (RJ)

Tem areia fina e clara, sombra de amendoeiras e mar que mescla tons verdes e azuis. Em alguns trechos, o mar é agitado e procurado para surfe.

 


6º lugar: Moreré, Ilha de Boipeba (BA)

Na areia, amendoeiras fazem sombra para esticar a canga. Caprichosa, a maré prega peças: uma hora deixa só um filete de areia para caminhar e alaga o campo de futebol; e, de repente, vai lá longe, encalha barcos e forma piscinas – onde as embarcações vindas de Morro de São Paulo param para os turistas mergulharem.

 

4º lugar: Praia do Espelho (BA)

Estrela do litoral sul baiano, tem mar transparente e paisagem espetacular. A orla é dividida em dois trechos, Espelho e Curuípe, separados por um rio.

 


3º lugar: Praia do Leão, Fernando de Noronha (PE)

A combinação é irresistível: água verde-azulada, areia avermelhada e muito sossego.

 

2º lugar: Baía do Sancho, Fernando de Noronha (PE)

Águas cristalinas e falésias cobertas por vegetação formam uma das mais belas paisagens do litoral brasileiro.

 

1º lugar: Baía dos Porcos, Fernando de Noronha (PE)

A melhor praia do Brasil tem só 100 metros de extensão. Piscinas naturais formam-se em frente ao Morro Dois Irmãos, cartão-postal de Fernando de Noronha.

 

Fonte: Viagem e Turismo

continuar lendo